
O aprofundamento da recessão econômica no Japão está criando não apenas um “abismo” entre salários, mas também condenando muitos homens solteiros a viver sem sexo. A conclusão é de um economista que reuniu vários estudos para mostrar que quanto menor o salário de um homem solteiro japonês, menos chances ele tem de arrumar uma namorada ou até mesmo perder a virgindade.
Em artigo publicado na revista “Sapio”, o economista Takashi Kadokura diz que as chances de conquistar uma mulher caem drasticamente para os homens solteiros que ganham menos de R$ 80 mil ao ano, ou seja, pouco mais de R$ 6,6 mil ao mês. Pesquisa do site de relacionamento Math.com mostra que 46% das mulheres que procuram um pretendente esperam que ele ganhe mais do que essa quantia. Mais: 29% responderam que não sairiam com um homem que ganhasse menos do que R$ 120 mil anuais.
O problema é que, segundo o Ministério do Interior do Japão, apenas 1,58 milhão de homens solteiros ganha mais do que R$ 80 mil por ano. Comparando esse número ao último resultado do censo de 2005, em que 3,87 milhões de mulheres estavam na faixa de 25 a 34 anos, pode-se concluir que 2,28 milhões de mulheres japonesas terão de encarar a solteirice pelo resto de suas vidas – se não baixarem seu padrão de exigência.
Os baixos salários para japoneses do sexo masculino também estão fazendo com que eles iniciem a vida sexual mais tarde – ou sequer passem por essa fase. Uma pesquisa mostra que um em cada quatro homens japoneses na faixa dos 30 aos 34 anos nunca fez sexo na vida – tornando-se “pobres virgens de meia-idade”.
Na pesquisa realizada com 300 homens solteiros via internet, o economista Kadokura descobriu que 73,9% dos que se encaixavam no patamar de ganho mais baixo, menos de R$ 40 mil ao ano, não estavam sequer saindo com alguém, enquanto 85,5% disseram nunca ter pisado num prostíbulo ou estabelecimento ligado a sexo.
A conclusão do economista é que para evitar que o “abismo sexual” se torne ainda maior, o novo governo terá de adotar medidas para fazer com que a diferença entre os salários seja menor e a jornada de trabalho reduzida, diminuindo a distância entre homens e mulheres na hora de ir para a cama.
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Em artigo publicado na revista “Sapio”, o economista Takashi Kadokura diz que as chances de conquistar uma mulher caem drasticamente para os homens solteiros que ganham menos de R$ 80 mil ao ano, ou seja, pouco mais de R$ 6,6 mil ao mês. Pesquisa do site de relacionamento Math.com mostra que 46% das mulheres que procuram um pretendente esperam que ele ganhe mais do que essa quantia. Mais: 29% responderam que não sairiam com um homem que ganhasse menos do que R$ 120 mil anuais.
O problema é que, segundo o Ministério do Interior do Japão, apenas 1,58 milhão de homens solteiros ganha mais do que R$ 80 mil por ano. Comparando esse número ao último resultado do censo de 2005, em que 3,87 milhões de mulheres estavam na faixa de 25 a 34 anos, pode-se concluir que 2,28 milhões de mulheres japonesas terão de encarar a solteirice pelo resto de suas vidas – se não baixarem seu padrão de exigência.
Os baixos salários para japoneses do sexo masculino também estão fazendo com que eles iniciem a vida sexual mais tarde – ou sequer passem por essa fase. Uma pesquisa mostra que um em cada quatro homens japoneses na faixa dos 30 aos 34 anos nunca fez sexo na vida – tornando-se “pobres virgens de meia-idade”.
Na pesquisa realizada com 300 homens solteiros via internet, o economista Kadokura descobriu que 73,9% dos que se encaixavam no patamar de ganho mais baixo, menos de R$ 40 mil ao ano, não estavam sequer saindo com alguém, enquanto 85,5% disseram nunca ter pisado num prostíbulo ou estabelecimento ligado a sexo.
A conclusão do economista é que para evitar que o “abismo sexual” se torne ainda maior, o novo governo terá de adotar medidas para fazer com que a diferença entre os salários seja menor e a jornada de trabalho reduzida, diminuindo a distância entre homens e mulheres na hora de ir para a cama.
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É NÓIS QUE FODE, JAPÃO!



























